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Desembargador\ abuso autoridade


   Quando o cara é gente fina é porque é gente fina. Não dá outra! Se não, é causa perdida. Pois o desembargador paulista Eduardo Siqueira, que foi multado em uma praia de Santos porque estava sem máscara, já mostrou de novo p'ra que veio: ele foi visto novamente na praia sem máscara. E, de novo, agrediu agentes da segurança, que - disse ele - estavam poluindo a praia. Putakipariu! (desculpem a expressão) Mas, como diria a madre fuperiora, é 'soda' esse tipo de gente! Por ser desembargador, ele tem no bolso u'a carteira de AUTORIDADE. E,  por isso mesmo, não pode cometer abusos; na verdade, ele pode, sim, é se impor contra abusos.
   Eduardo Siqueira ficou conhecido nacionalmente, no mês passado, porque estava sem máscara, em uma praia de Santos, e foi abordado por um agente p'ra que se resguardasse. Porém, ele se negou e, diante da iniciativa do guarda para multá-lo, tomou das mãos do agente a notificação, amassou, jogou no chão, esfregou a carteirinha na cara dele e telefonou ao secretário da Segurança dizendo que 'um analfabeto' seu subordinado estava ali o incomodando e fazendo exigências. Aí, então, uma a uma, apareceram inúmeras irregularidades por ele cometidas, sobre as quais teve de ir ao Conselho Nacional de Justiça prestar esclarecimentos. 
  E quando todo mundo pensava que as coisas fossem se acomodar, lá vem ele de novo para incomodar. No entanto, o desembargador negou que tenha sido ele a pessoa apontada pela mulher que fez a denúncia, e até afirmou que ela deveria era ter fotografado e feito um B.O. (Boletim de Ocorrência) na delegacia mais próxima, que assim ficaria fácil de provar ter sido outra pessoa. Que triste realidade, hein! O indivíduo chega a tal ponto de descrédito que a palavra não vale mais. Precisa de um B.O. da Polícia Civil para atestar o que diz. P'ra quem já foi desembargador, a mais alta autoridade judiciária de uma unidade da federação, é muito triste!     (et)

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