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Novo Ensino Médio, um desafio


De novo, gente, ouso usar este espaço para um comentário sobre algo direta ou indiretamente importante para a sociedade como um todo ou importante para um segmento social que acabará beneficiando a todos, num contexto geral. Eu vivo sempre em busca de algo ou alguém que me traga esse prazeroso bem-estar do encontro de algum benefício coletivo que fará bem não só a mim, mas também - e principalmente - a todos os cidadãos ou, pelo menos, a um  coletivo cuja satisfação justifique a minha dedicação para encontrar o algo que torne possível usufruir, pelo menos em parte, de tão grandioso achado para a vida.
   E, desta vez, caros leitores, esse achado não me proporcionará um benefício direto à minha pessoa, e, sim, a uma coletividade que será bastante beneficiada com uma providência já retardada: será o que o prof. doutor Francisco Soares chamou de "desafio de fazer um currículo que dê ao estudante a perspectiva de se preparar para entrar na universidade ou a perspectiva de preparar-se para o mercado de trabalho". Ele escreveu no seu blog - publicado diariamente no Portal Cidade Verde - que esse 'desafio' é a síntese da sua atuação como presidente do Conselho Estadual de Educação, que vai até meados de 2020.
   Francisco Soares está completando, agora em 2019, 33 anos que se dedica integralmente à educação, paixão que disse ter herdade dos pais, pois esse vínculo já envolve a família há 5 gerações. Para o Professor, a regulamentação do Novo Ensino Médio "virou lei, mas muitas lacunas devem ser regulamentadas pelos Conselhos Estaduais de Educação, pois são o principal foco deles. Daí ser um desafio", frisou. Esse Novo Ensino prevê que o currículo terá uma base comum de no máximo 1.800 horas, a serem trabalhadas nos 3 anos do Ensino Médio, e mais itinerários formativos específicos da educação profissional ou em algum dos eixos-base do Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM).      (et) 

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