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Bolsonaro\ covid-19\ mortes

   "E daí, querem que eu faça o quê?" Com essa indagação, o presidente Jair Bolsonaro (ufa, é Lei!) comentou o fato de o Brasil ter ultrapassado a China, nesta terça-feira, no número de mortos vítimas do vírus covid-19. Ora, presidente, quem pode quase tudo (como é o seu caso) pergunta o que fazer ao mundo, como se todos tivessem a resposta pronta! De quem foi a ideia de governar o país? Não foi sua, não?! Claro que não, né? Lá no fundo da sua cabecinha de capitão reformado do Exército, atleta imbatível, governar seria só ir ao Palácio do Planalto, todos os dias, e assinar a papelada  preparada pela assessoria, né? Óia no que deu, hein! Governar, presidente, é - principalmente - autorizar fazer certo! Pois é: o Ministério da Saúde informou, oficialmente, que já havia na 3ª feira 5.017 pessoas mortas no país por causa do covid-19. E, aqui no Brail, os casos confirmados estão mais concentrados na  Região Sudeste. Lá na China, os primeiros casos confirmados do novo c...

Bolsonaro\ Moro\ STF (???)

   Como muito se ouvia lá no interiorzão de Goiás - hoje, Tocantins - e no Nordeste (nos meus tempos de minino e acho que até hoje), 'quanto mais a gente reza, mais sombração aparece'. Pois não é de ver que, na 6ª feira/25, quando o presidente Jair Bolsonaro (ufa, é lei!) exonerou da função o diretor geral da Polícia Federal, e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, reagiu zangado e o acusou de querer fazer interferência política nas ações da PF e teria protestado porque não recebera um relatório que lhe interessava (sobre uma ação que tramitava no STF envolvendo um filho), veio depois u'a interessante troca de acusações.     Em uma delas, o presidente Boçalnaro  acusou o ministro de ter pedido uima vaga no STF em troca da exoneração do diretor da PF (e vem mais sujeira). Aí, Moro ficou chateado (certamente, não esperava essa, né!) e contou que só havia feito um pedido para assumir o Ministério (e observem que pedido, hein!). Ele confessou  ter feito u...

Bolsonaro\ Moro\ Seriedade, não!

Éééé... agora, a coisa degringolou; chegamos ao ponto nevrálgico, pois a situação nacional precisa ser definida. Ou sai o presidente ou nos enlameamos todos; não dá mais p'ra ocultar a sujeira. E, ao que a gente pode captar à primeira vista, a saída mais acertada será por uma 'tangente constitucional', ou seja: ao invés do impeachment , o capitão pede o boné e vai ver o trem passar comandado pelo general Mourão; não é golpe de estado nem intervenção, mas sim uma transição pacífica com a participação dos militares. Não será o ideal - claro! -, mas, como ficou pré-estabelecido na eleição, é o menos complicado. E os bolsonaristas não vão revoltar-se, com certeza - no máximo, uma rosnada -, pois não será diferente do escolhido. Essa saída está dentro do mote da campanha de integridade que o ex-ministro Sérgio Moro e o presidente Jair Bolsonaro (ufa, é Lei!) promoveram no início da gestão, lembrada por Moro neste sábado, ao responder a uma acusação do presidente. O lema da ca...

Bolsonaro\ imprensa, DF\ liberdade

 "Bolsonaro precisa ser contido!" Com essa advertência, as entidades que representam os jornalistas e os radialistas no Distrito Federal - os Sindicatos das duas categorias -, juntamente com ambas as entidades nacionais de empregados dessas atividades - a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e a Fitert (Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e de Televisão) - denunciaram que o presidente Jair Bolsonaro (ufa, é Lei!) voltou a protestar em público contra trabalhadores e trabalhadoras em jornais, rádios e Tv's. E citaram um exemplo crasso: no dia 31 de março, na entrada do Palácio da Alvorada, ele interrompeu a entrevista que dava para pedir aos bolsonaristas presentes que hostilizassem os profissionais da imprensa que lá estavam trabalhando.    Claro que os bolsonaristas (insensatos - lógico -) assim fizeram e, evidentemente, com os ataques verbais lançados, provocaram a retirada dos repórteres. No entanto, a insensatez do líder da mult...

Carreatas\ Bolsonaro tosse

       A situação no Brasil 'tá cada vez mas séria! E não é por causa só da pandemia do covid-19, não! É por causa do super-homem que insiste no recado de que "essa gripezinha" não vai derrubá-lo. S im. Vejam só: em Brasília, neste final de semana, ele foi a manifestações públicas  duas vezes, no sábado e no domingo - descumprindo orientação à população para evitar concentrações -, e em ambas repetiu que o isolamento social determinado por governadores estaduais e prefeitos municipais não é medida certa, pois o cidadão precisa voltar a trabalhar e, assim, não provocar maior desempreo no país.  Ora, ora! Então, o capitão que não fica doente porque foi um atleta no Exército está preocupado com o desemprego? E a ditadura que ele defende vai encher o nosso Brasil de empregos?    Pois é: o presidente Jair Bolsonaro (Ufa! É Lei!) não se cansa de tentar provar que o vírus covid-19 é fraco p'ra quem é forte, esquecendo-se, porém, de que mais da met...

Figuras importantes destoam

   Gente, a coisa começa enfim a degringolar: quando chega a se contradizerem lideranças expressivas de setores expressivos (ou seja: expressões de peso), convém a gente sem qualquer expressão ou pelo menos de pouca expressão se preocupar, notadamente quando os indicativos já davam sinais de algo estranho no ar, em toda essa parafernália de vírus aparentemente fraco matando aos montes em todo o mundo, especialmente nos países mais desenvolvidos, e chefes de Governo ou chefes de Estado (até de grandes potências) também se contradizendo quanto ao acerto ou não de medidas preventivas ou de sanitização a serem adotadas aqui e ali, e autoridades procurando usufruir-se disso.    Pois é: pelo menos em Teresina, o caldeirão ferveu nesta 4ª feira, com uma acusação do presidente da Federação do Comércio do Piauí, Valdeci Cavalcante, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio, ao governador do Estado e ao prefeito da capital. Ele denunciou que ambos fazem chantag...

Bolsonaro: mais aglomerações

   Ele quer vencer pelo cansaço, né? Um dia depois de, mais uma vez, ignorar sugestões - tanto do próprio Ministério da Saúde como do Organização Mundial da Saúde - de ficar em casa e evitar aglomerações, o capitão Bolsonaro foi no sábado à cidade goiana de Águas Lindas (a 55 km de Brasília) e, após retirar a máscara de prevenção contra o coronavírus, juntou-se ao amontoado de gente que estava lá e distribuiu cumprimentos e abraços aos populares (chegou até a receber um beijo na mão), além de autografar uma camiseta de uma apoiadora. Tal atitude do presidente Bolsonaro (ufa, é Lei!) teve, conforme analistas políticos, "tom especial de provocação ao ministro da Saúde e ao governador de Goiás".    São conhecidos os desencontros de opiniões entre o presidente e o ministro Luiz Henrique Mandetta, e o rompimento do governador Ronaldo Caiado com o presidente, pelas suas atitudes consideradas "irresponsáveis" (em ambos os casos, em relação às medidas de distanciamento...